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A Proteção Civil é um sistema com múltiplos agentes, valências e instrumentos de atuação. Um cidadão consciente dos riscos e do contributo que pode dar para os evitar ou para atenuar as suas consequências é, por princípio, um agente ativo de proteção civil, desempenhando um papel fundamental no sistema. De facto, os cidadãos são, hoje em dia, simultaneamente protagonistas e agentes ativos de proteção civil, quer no que concerne ao direito à informação sobre os riscos a que estão sujeitos no seu dia-a-dia, quer no dever de adoção de medidas preventivas e comportamentos de autoproteção adequados. É já comum dizer-se que a Proteção Civil começa e acaba em cada um de nós, se nos prepararmos para ser, simultaneamente, seus agentes e seus beneficiários… No domínio da educação e cidadania, a estratégia da ANPC assenta nos seguintes pressupostos:

- Utilização de recursos e conhecimento ao nível mais próximo do cidadão;

- Preferência por abordagens positivas (nenhum risco é superior à nossa capacidade de os gerir) em detrimento das negativas (as catástrofes são uma fatalidade)

- Identificação do público infanto-juvenil como público privilegiado mas não exclusivo;

- Importância do ensino não formal e informal como recurso supletivo;

- Abordagem inclusiva;

- Reconhecimento das limitações do Estado, completando-as com parcerias colaborativas;

- Utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação para melhor alcançar os seus objetivos;

- Definição de metas, proporcionais aos meios disponíveis.

 

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